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MUCOSITE

A quimioterapia pode “machucar” os revestimentos mucosos do nosso organismo. Estes revestimentos encontram-se no nosso trato digestivo (da boca ao ânus), no trato respiratório (do nariz aos pulmões) e a mucosa genital. Estas regiões podem sofrer ataque da quimioterapia e apresentarem ulcerações (feridas) de tamanhos variáveis.

Medidas preventivas

Seu médico irá orientá-lo (a) sobre o uso de bochechos e gargarejos para diminuir a chance de mucosite na cavidade oral. Dependendo da quimioterapia, seu médico poderá indicar tratamentos preventivos com laser, diminuindo assim a chance de lesões graves. Na região nasal, não existe prevenção efetiva, mas se você apresentar lesões na mucosa que reveste internamente o nariz, seu médico será capaz de tratá-las. As mulheres podem desenvolver lesões na mucosa vaginal, que podem ser evitadas com o uso preventivo de cremes vaginais.

Sinais de alerta

Na cavidade oral, a mucosite pode variar desde uma pequena irritação (sensação de queimação) até feridas (aftas) em toda a cavidade. Se você perceber estas alterações (“boca grossa”, queimação na boca ou aftas) entre em contato com seu médico. No caso das mulheres, pode haver ressecamento vaginal, trazendo desconforto, dor ou sangramentos durante a relação sexual. Em outros casos, poderá haver corrimentos vaginais.

O que fazer?

No caso de aparecimento dos sintomas acima, entre em contato com a equipe que está conduzindo o seu tratamento. Muitas vezes é necessário o envolvimento de outros profissionais (p. ex. dentistas, otorrinos e ginecologistas) para auxiliá-lo (a) nestas situações. Em geral, os tratamentos são feitos com aplicações locais (laser, cremes e loções) associados ou não à antifúngicos, antivirais ou antibióticos por via oral ou injetável.



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